04 maio 2010
23 dezembro 2009
NATAL
Caros familiares, cuidadores e idosos,
“que o sentimento mais concreto do mundo – o AMOR –
coloque em teu rosto um sorriso; em teu coração, uma esperança; em tuas mãos, a força da batalha e, em teus olhos, um horizonte promissor”.
Feliz Natal e um 2010 muiiitoooo dez!!!!
Com carinho
Jussara Rauth
“que o sentimento mais concreto do mundo – o AMOR –
coloque em teu rosto um sorriso; em teu coração, uma esperança; em tuas mãos, a força da batalha e, em teus olhos, um horizonte promissor”.
Feliz Natal e um 2010 muiiitoooo dez!!!!
Com carinho
Jussara Rauth
16 dezembro 2009
I Curso de Cuidadores Familiares de Pessoas Idosas
Profissionais coordenadoras do Curso:
Jussara Rauth - Assistente Social
Denise Pradella - Fisioterapeuta e Terapeuta Ocupacional
Marly Nunes - Psicóloga
Ana Lia Brasil - Enfermeira
O curso de familiares cuidadores de idosos surgiu como uma proposta do Instituto Eckart, na sua missão de contribuir com atividades educativas e de desenvolvimento humano.
A primeira edição ocorreu nos dias 9 e 10 de dezembro do corrente e contou com a participação de 30 pessoas.
Os conteúdos foram abordados em dois encontros com 8 horas de duração e versaram sobre alterações fisiológicas do envelhecimento e as doenças mais comuns, conceitos e rede de atenção, alterações funcionais e manejo, check -list dos cuidados em enfermagem, aspectos psicossociais do cuidado e do cuidador.
Dr. Newton Terra: Médico Geriatra
AlterIDADE + 60 - Desafiando limites
IDOSO – Quem é?
Pessoa com idade igual ou superior a 60 anos, para efeitos legais
CONTEXTO ATUAL
12,3% = 1.300.000 pessoas
vivendo em média 74,5 anos
maior crescimento será 75 anos e mais - 331.508 pessoas = 24,92%, sendo 125.674 homens e 206.131 mulheres
75% sobrevivem aos 70 anos: 1/3 será portador de doença crônica e 20% terá algum grau de incapacidade associada
(OMS e IBGE 2005)
próximos 10 anos a população idosa deverá triplicar + ou - 4 milhões
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
IDOSA - RS
69 municípios (13,91%) = até 10%
268 municípios (54,03%) = 10 a 13%
136 municípios (27,41%) = 14 a 17%
15 municípios ( 3,03%) = 18 a 21%
08 municípios ( 1,62%) = + de 22%
IBGE - 2005
Expressivo crescimento do percentual de idosos a partir da década de 70
Heterogeneidade da velhice
Desvinculação entre o econômico e o social
Contexto histórico-cultural da coorte de idosos
Despreparo para lidar com a nova configuração populacional
Discriminaçao e preconceito
Construção do modelo participativo popular
Insuficiência de informação
Conscientização frágil
Aspectos que conduzem a necessidade da definição clara de direitos
GARANTIA DOS DIREITOS
Diplomas legais específicos:
Lei 8.842/94 – Política Nacional do Idoso
Decreto 1.948/96 - regulamentador
Lei 10.741/03 – Estatuto do Idoso
Lei 11.517/00 – Política Estadual do Idoso
Decreto 44.655/06 - regulamentador
DISPOSIÇÃO LEGAL
Assegurar os direitos sociais criando condições que promovam a autonomia, integração e participação efetiva na sociedade
Dispor que o processo de envelhecimento diz respeito a toda a sociedade
Enfatizar que o idoso é o principal agente e destinatário das transformações sociais
Com o intuito de observar e cumprir os dispositivos legais, buscando vencer especialmente os mitos e preconceitos relativos a velhice e ainda presentes na sociedade, desenvolvemos uma ação educativa baseada no significado “alter-idade”.
Que quer dizer, colocar-se no lugar do outro na relação inter-pessoal, com consideração, valorização e identificação
Na prática diz respeito aos relacionamentos entre indivíduos e grupos, e aqui queremos destacar, os grupos etários
Na relação alteritária objetiva-se complementariedade e interdependência no modo de pensar, de sentir e agir, preservando-se as experiências individuais
Há que se levar em conta os estágios diferenciados de aproximação do outro na e com a realidade social
Elementos como intersubjetividade, identidade, objetividade são essenciais para compreendermos o processo de construção do eu e da realidade social
Assim surgem as representações sociais que produzem conhecimento coletivo e desta forma, conferem uma identidade social a um determinado grupo
Facilitar relacionamentos, compreensões, diminuir distâncias entre gerações, informar, educar, prevenir, etc., eis a motivação para a atividade
Não tivemos tempo de preparar condições adequadas de atender as demandas surgidas dos idosos e de suas famílias
As leis, os direitos, a garantia e o acesso a eles, é a forma de que dispomos para reverter a situação
36 jovens participaram da vivência
Os adultos convidados não dispunham de tempo
Alguns depoimentos: “nunca mais vou acusar a vó de estar se fazendo, quando anda devagar e fica para trás” … “não quero ficar assim, vou começar a me cuidar, a prevenir” … “nossa, a partir de hoje vou ter o maior respeito pelos meus avós” …. “ não vou mais deixar a vó vir sózinha fazer compras”
“descer aquela rampa e a escada rolante, é como se lançar no nada” … “identificar os produtos no supermercado, ou querer avaliar suas propriedades, valor nutricional, é quase impossível” … “manusear as moedas é inviável”… “o caixa eletrônico é totalmente inadequado. Fica num canto, escuro, as teclas são de cor e tamanho que confundem. Horrível”
… “nossos idosos são uns heróis”
A lição do dia - “O outro também sou eu …”
Pessoa com idade igual ou superior a 60 anos, para efeitos legais
CONTEXTO ATUAL
12,3% = 1.300.000 pessoas
vivendo em média 74,5 anos
maior crescimento será 75 anos e mais - 331.508 pessoas = 24,92%, sendo 125.674 homens e 206.131 mulheres
75% sobrevivem aos 70 anos: 1/3 será portador de doença crônica e 20% terá algum grau de incapacidade associada
(OMS e IBGE 2005)
próximos 10 anos a população idosa deverá triplicar + ou - 4 milhões
DISTRIBUIÇÃO DA POPULAÇÃO
IDOSA - RS
69 municípios (13,91%) = até 10%
268 municípios (54,03%) = 10 a 13%
136 municípios (27,41%) = 14 a 17%
15 municípios ( 3,03%) = 18 a 21%
08 municípios ( 1,62%) = + de 22%
IBGE - 2005
Expressivo crescimento do percentual de idosos a partir da década de 70
Heterogeneidade da velhice
Desvinculação entre o econômico e o social
Contexto histórico-cultural da coorte de idosos
Despreparo para lidar com a nova configuração populacional
Discriminaçao e preconceito
Construção do modelo participativo popular
Insuficiência de informação
Conscientização frágil
Aspectos que conduzem a necessidade da definição clara de direitos
GARANTIA DOS DIREITOS
Diplomas legais específicos:
Lei 8.842/94 – Política Nacional do Idoso
Decreto 1.948/96 - regulamentador
Lei 10.741/03 – Estatuto do Idoso
Lei 11.517/00 – Política Estadual do Idoso
Decreto 44.655/06 - regulamentador
DISPOSIÇÃO LEGAL
Assegurar os direitos sociais criando condições que promovam a autonomia, integração e participação efetiva na sociedade
Dispor que o processo de envelhecimento diz respeito a toda a sociedade
Enfatizar que o idoso é o principal agente e destinatário das transformações sociais
Com o intuito de observar e cumprir os dispositivos legais, buscando vencer especialmente os mitos e preconceitos relativos a velhice e ainda presentes na sociedade, desenvolvemos uma ação educativa baseada no significado “alter-idade”.
Que quer dizer, colocar-se no lugar do outro na relação inter-pessoal, com consideração, valorização e identificação
Na prática diz respeito aos relacionamentos entre indivíduos e grupos, e aqui queremos destacar, os grupos etários
Na relação alteritária objetiva-se complementariedade e interdependência no modo de pensar, de sentir e agir, preservando-se as experiências individuais
Há que se levar em conta os estágios diferenciados de aproximação do outro na e com a realidade social
Elementos como intersubjetividade, identidade, objetividade são essenciais para compreendermos o processo de construção do eu e da realidade social
Assim surgem as representações sociais que produzem conhecimento coletivo e desta forma, conferem uma identidade social a um determinado grupo
Facilitar relacionamentos, compreensões, diminuir distâncias entre gerações, informar, educar, prevenir, etc., eis a motivação para a atividade
CONSIDERAÇÃO FINAL
Nosso país envelheceu numa rapidez sem precedente, de modo que não tivemos tempo suficiente de nos darmos conta
Não tivemos tempo de preparar condições adequadas de atender as demandas surgidas dos idosos e de suas famílias
As leis, os direitos, a garantia e o acesso a eles, é a forma de que dispomos para reverter a situação
36 jovens participaram da vivência
Os adultos convidados não dispunham de tempo
Alguns depoimentos: “nunca mais vou acusar a vó de estar se fazendo, quando anda devagar e fica para trás” … “não quero ficar assim, vou começar a me cuidar, a prevenir” … “nossa, a partir de hoje vou ter o maior respeito pelos meus avós” …. “ não vou mais deixar a vó vir sózinha fazer compras”
“descer aquela rampa e a escada rolante, é como se lançar no nada” … “identificar os produtos no supermercado, ou querer avaliar suas propriedades, valor nutricional, é quase impossível” … “manusear as moedas é inviável”… “o caixa eletrônico é totalmente inadequado. Fica num canto, escuro, as teclas são de cor e tamanho que confundem. Horrível”
… “nossos idosos são uns heróis”
A lição do dia - “O outro também sou eu …”
QUEM É O CUIDADOR
O cuidador de pessoas idosas é uma ocupação introduzida e descrita pela Classificação Brasileira de Ocupações – CBO 2000 do Ministério do Trabalho e Emprego.
A descrição sumária, diz que cuidador é aquele que “cuida de idosos a partir de objetivos estabelecidos por instituições especializadas ou responsáveis diretos, zelando pelo bem-estar, saúde, alimentação, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e lazer da pessoa assistida”.
Com relação à formação e experiência, a CBO define: “essa ocupação é acessível a pessoas com dois (2) anos de experiência em domicílios ou instituições cuidadoras públicas ou privadas, em funções supervisionadas. O acesso ao emprego também ocorre por meio de cursos e treinamentos de formação profissional básicos, concomitante ou após a formação mínima que varia de 4ª série do ensino fundamental até o ensino médio”.
As condições gerais de exercício definem que o trabalho é exercido em domicílios ou instituições cuidadoras de idosos. As atividades são exercidas com alguma forma de supervisão, na condição de trabalho autônomo ou assalariado. Os horários de trabalho são variados: integral, revezamento de turnos ou períodos determinados.
Cuidador Informal, é aquele que presta cuidados à pessoa idosa no domicílio, com ou sem vínculo familiar e que não é remunerado.
Cuidador Formal, é pessoa capacitada para auxiliar o idoso que apresenta limitações para realizar as atividades e tarefas da vida cotidiana, fazendo o elo entre o idoso, a família e os serviços de saúde, sendo geralmente remunerado.
A descrição sumária, diz que cuidador é aquele que “cuida de idosos a partir de objetivos estabelecidos por instituições especializadas ou responsáveis diretos, zelando pelo bem-estar, saúde, alimentação, higiene pessoal, educação, cultura, recreação e lazer da pessoa assistida”.
Com relação à formação e experiência, a CBO define: “essa ocupação é acessível a pessoas com dois (2) anos de experiência em domicílios ou instituições cuidadoras públicas ou privadas, em funções supervisionadas. O acesso ao emprego também ocorre por meio de cursos e treinamentos de formação profissional básicos, concomitante ou após a formação mínima que varia de 4ª série do ensino fundamental até o ensino médio”.
As condições gerais de exercício definem que o trabalho é exercido em domicílios ou instituições cuidadoras de idosos. As atividades são exercidas com alguma forma de supervisão, na condição de trabalho autônomo ou assalariado. Os horários de trabalho são variados: integral, revezamento de turnos ou períodos determinados.
Cuidador Informal, é aquele que presta cuidados à pessoa idosa no domicílio, com ou sem vínculo familiar e que não é remunerado.
Cuidador Formal, é pessoa capacitada para auxiliar o idoso que apresenta limitações para realizar as atividades e tarefas da vida cotidiana, fazendo o elo entre o idoso, a família e os serviços de saúde, sendo geralmente remunerado.
15 dezembro 2009
O Cuidador
O declínio da capacidade funcional do idoso, em muitos casos, é muito mais provocado pela desinformação, isolamento social e inatividade, do que pela deterioração biológica.
O envelhecimento como fenômeno demográfico recente, ainda é muito impregnado de mitos e preconceitos. Há necessidade de se levar informação às pessoas sobre a velhice, suas diversas etapas e suas conseqüências.
No que diz respeito aos cuidadores, não podemos prescindir de cursos e outras atividades de formação, capacitação e qualificação com conteúdos que permitam um conhecimento básico sobre e processo de envelhecimento nas suas dimensões bio-psico-sociais e o como estes fatores se interrelacionam para caracterizar a velhice.
Tanto para o cuidador domiciliar, como para o institucional, as orientações estarão mais centradas nos cuidados de higiene do corpo, da moradia e dos alimentos; estimulação à participação da pessoa dependente no auto-cuidado; suporte emocional ao cuidador e principalmente, o fortalecimento das relações familiares e comunitárias. O enfoque deve ser sempre nas possibilidades de recuperação e especialmente, no estímulo às iniciativas autônomas dos idosos.
A melhor forma de ajuda é aquela que possibilita a pessoa dependente viver com dignidade, qualidade e liberdade de escolha. Para isto é preciso evitar as atitudes que criam ou reforçam a dependência.
O envelhecimento como fenômeno demográfico recente, ainda é muito impregnado de mitos e preconceitos. Há necessidade de se levar informação às pessoas sobre a velhice, suas diversas etapas e suas conseqüências.
No que diz respeito aos cuidadores, não podemos prescindir de cursos e outras atividades de formação, capacitação e qualificação com conteúdos que permitam um conhecimento básico sobre e processo de envelhecimento nas suas dimensões bio-psico-sociais e o como estes fatores se interrelacionam para caracterizar a velhice.
Tanto para o cuidador domiciliar, como para o institucional, as orientações estarão mais centradas nos cuidados de higiene do corpo, da moradia e dos alimentos; estimulação à participação da pessoa dependente no auto-cuidado; suporte emocional ao cuidador e principalmente, o fortalecimento das relações familiares e comunitárias. O enfoque deve ser sempre nas possibilidades de recuperação e especialmente, no estímulo às iniciativas autônomas dos idosos.
A melhor forma de ajuda é aquela que possibilita a pessoa dependente viver com dignidade, qualidade e liberdade de escolha. Para isto é preciso evitar as atitudes que criam ou reforçam a dependência.
Ergonomia Domiciliar Aplicada à Terceira Idade
A nossa casa, local onde moramos e à princípio reconhecemos, e que em vários momentos é motivo de muito orgulho, pode esconder verdadeiras armadilhas despercebidas aos nossos olhos.
Com o processo do envelhecimento várias alterações de todas as ordens, por exemplo, visuais, auditivas e de equilíbrio se instalam lenta e progressivamente e com o passar do tempo, aquilo que parecia ser familiar, nossa casa, passa a ter várias armadilhas. Aliado a estes fatores não podemos esquecer o uso de remédios que alteram o nosso estado de consciência, bem como o aparecimento de distúrbios neurológicos que afetam a nossa percepção.
Desta forma as alterações no modo de perceber o ambiente podem ser minimizadas com o uso de algumas adaptações.
A seguir sugerimos algumas soluções ergonômicas no ambiente às pessoas da terceira idade:
Cuidar com a escolha dos calçados que de preferência devem ser fechados e com solados aderentes ao piso;
Áreas como banheiros, áreas de serviço, cozinhas onde o chão geralmente estão molhados e são lisos devem ter tapetes de borracha antiderrapantes;
Com relação ao transporte, cuidado redobrado ao embarcar e desembarcar em veículos, observando se o mesmo está parado e cuidando os degraus;
Cuidado com objetos, móveis, tapetes espalhados ou colocados de forma inadequadas, pois estes podem causar quedas;
Evitar materiais lisos e escorregadios em pisos, bem como o uso de ceras e polimento e desníveis ou degraus desnecessários em calçadas, cuidado redobrado com buracos, meio fios e desníveis.
Locais claros e bem iluminados podem facilitar a visualização de obstáculos e a noite ilumine bem sua casa e deixe uma luz guia acessa no caso de levantar durante a noite para auxiliar sua visão ao ir ao banheiro ou cozinha.
Com o processo do envelhecimento várias alterações de todas as ordens, por exemplo, visuais, auditivas e de equilíbrio se instalam lenta e progressivamente e com o passar do tempo, aquilo que parecia ser familiar, nossa casa, passa a ter várias armadilhas. Aliado a estes fatores não podemos esquecer o uso de remédios que alteram o nosso estado de consciência, bem como o aparecimento de distúrbios neurológicos que afetam a nossa percepção.
Desta forma as alterações no modo de perceber o ambiente podem ser minimizadas com o uso de algumas adaptações.
A seguir sugerimos algumas soluções ergonômicas no ambiente às pessoas da terceira idade:
Cuidar com a escolha dos calçados que de preferência devem ser fechados e com solados aderentes ao piso;
Áreas como banheiros, áreas de serviço, cozinhas onde o chão geralmente estão molhados e são lisos devem ter tapetes de borracha antiderrapantes;
Com relação ao transporte, cuidado redobrado ao embarcar e desembarcar em veículos, observando se o mesmo está parado e cuidando os degraus;
Cuidado com objetos, móveis, tapetes espalhados ou colocados de forma inadequadas, pois estes podem causar quedas;
Evitar materiais lisos e escorregadios em pisos, bem como o uso de ceras e polimento e desníveis ou degraus desnecessários em calçadas, cuidado redobrado com buracos, meio fios e desníveis.
Locais claros e bem iluminados podem facilitar a visualização de obstáculos e a noite ilumine bem sua casa e deixe uma luz guia acessa no caso de levantar durante a noite para auxiliar sua visão ao ir ao banheiro ou cozinha.
09 dezembro 2009
O Cuidado.
Cuidado significa, atenção precaução, cautela, dedicação, carinho, encargo e responsabilidade. Cuidar é servir, é oferecer ao outro, em forma de serviço, o resultado de seus talentos, preparo e escolhas; é praticar o cuidado.
Cuidar é também perceber a outra pessoa como ela é, e como se mostra,seus gestos e falas, sua dor e limitação...
Cuidar é também perceber a outra pessoa como ela é, e como se mostra,seus gestos e falas, sua dor e limitação...
06 dezembro 2009
Úlceras de pressão
São feridas provocadas na pele, devido à compressão, por tempo prolongado, de uma mesma área; geralmente ocorrem nas protuberâncias ósseas ou em uma superfície dura. Seu aparecimento é favorecido pelo envelhecimento cutâneo, quando a pele fica mais frágil, fina e vai perdendo sua elasticidade.
Sinais e sintomas
*dor;
*infecções e aumento da imobilidade;
*alterações circulatórias;
*mudanças na sensibilidade;
*redução do nível de consciência;
*incontinências;
*imobilidade que pode favorecer aparecimento de tromboses, fraturas, úlceras de pressão;
*também podem ser a causa do prolongamento do tempo nos hospitais e até levar o paciente ao óbito.
Causas
*pressão: é uma das causas mais importantes; age diretamente sobre as protuberâncias ósseas, provocando obstrução nos vasos sanguíneos e linfáticos, causando a redução da irrigação de sangue no organismo e até a morte dos tecidos por necrose.
*umidade: com o aumento da umidade, a maior fricção entre as superfícies causa uma predisposição às úlceras de pressão e pode provocar machucados na pele.
Sinais e sintomas
*dor;
*infecções e aumento da imobilidade;
*alterações circulatórias;
*mudanças na sensibilidade;
*redução do nível de consciência;
*incontinências;
*imobilidade que pode favorecer aparecimento de tromboses, fraturas, úlceras de pressão;
*também podem ser a causa do prolongamento do tempo nos hospitais e até levar o paciente ao óbito.
Causas
*pressão: é uma das causas mais importantes; age diretamente sobre as protuberâncias ósseas, provocando obstrução nos vasos sanguíneos e linfáticos, causando a redução da irrigação de sangue no organismo e até a morte dos tecidos por necrose.
*umidade: com o aumento da umidade, a maior fricção entre as superfícies causa uma predisposição às úlceras de pressão e pode provocar machucados na pele.
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